
Juventude
Autora: Chantal
Coletânea de tirinhas lançados no FIQ 2001.
Emcomum Estúdio Livre
2001
15×6 cm
98 páginas
Miolo: P&B
out 11 2001

Juventude
Autora: Chantal
Coletânea de tirinhas lançados no FIQ 2001.
Emcomum Estúdio Livre
2001
15×6 cm
98 páginas
Miolo: P&B
out 11 2001

Mendelévio n. 1
Autor: João Marcos
Coletânea das primeiras tirinhas em quadrinhos de Mendelévio lançadas no FIQ 2001.
Emcomum Estúdio Livre
2001
15×6 cm
98 páginas
Miolo: P&B
out 10 2001

Entre os dias 10 a 14 de outubro de 2001, a Secretaria Municipal de Cultura de Belo Horizonte e a Casa XXI, promoveram o 2º Festival Internacional de Quadrinhos de Belo Horizonte. O país homenageado foi a Argentina. O destaque brasileiro Jô Oliveira, autor do cartaz oficinal do evento. Quatro mostras internacionais com obras da Argentina, Espanha, França e Itália. Exposições de artistas nacionais e mineiros. Ainda na programação, palestras, bate-papos, exibição de filmes, oficinas e o Clube de Mangá e Anime.
“Uma das formas mais contundentes de expressão contemporânea, os quadrinhos multiplicaram estilos e temas e transformar-se, ao longo do último século, em ferramenta de comunicação de massa. Deixaram a exclusividade dos livros e revistas para ganhar espaço em vários outros veículos. Assumiram lugar importante na publicidade, educação escolar e informática. Toda essa versatilidade reflete-se em seu público: os quadrinhos conseguem mobilizar todas as idades, principalmente os jovens. Para atender a esse público, a Prefeitura de Belo Horizonte está promovendo o 2º Festival Internacional de Quadrinhos, com uma vasta programação.” Celina Albano
Participação do Emcomum na programação:
Debate
Alternativas para a produção de quadrinhos contemporâneos – Nação HQ: com os autores Amauri de Paula, André Diniz, Antônio Eder, Cristiano Seixas e RHS.
Festa Nação HQ
Festa de lançamento da griffe Nação HQ e de publicações sobre quadrinhos com o som dos DJ’s Roger Moore e Henrique. Local: Matriz
Oficinas
Lançamentos
jun 01 2001

O tratado da autêntica cereja
Uma fábula de Amauri de Paula
Ilustrada por Wilson Gontijo
Emcomum Estúdio Livre
2001
15×21 cm
26 páginas
Miolo: P&B
Essa é uma história de mentiras e mentirosos. Uma verdade absoluta também pode ser uma mentira perfeita.
Existia uma pequena cidade, escondida entre as montanhas, onde apenas uma vez por ano uma pequena carroça, guiada por um perfeito cego fazia a entrega de produtos industrializados. Dentre esses produtos, sempre vinham dois ou três grandes vidros de pequenas frutas vermelhas, e uma pequena etiqueta indicando que se tratavam de cerejas.
Nosso personagem principal cresceu certo de que aquelas frutas vermelhas se tratavam de cerejas, e delas se tornou admirador. Ele queria poder conhecer o local de onde colhiam aquelas frutas deliciosas, e depois as colocavam em vidros tão belos.
Durante quase uma década inteira o velho cego levou para ele frascos de cerejas. E a cada vez que sua vinda se aproximava nosso personagem permanecia com a boca cheia de água e os olhos grudados na estrada que em breve revelaria a carroça.
Mas certo ano o inverso passou, a primavera chegou e o velho cego não veio.